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Gestão estratégica de custos garante competitividade

Descubra como a estratégia de gestão de custos irá te ajudar a ter mais competitividade no resultado final.
Dois homens olhando planilhas financeiras sobre a mesa.

Com o crescimento do mercado da construção civil, a gama de produtos expostos aos clientes é muito elevada, superior à procura em algumas linhas de produto, acarretando para as construtoras o aumento do estoque de produtos e, consequentemente, fazer a gestão estratégica de custos, a redução do resultado previsto na viabilidade do empreendimento.

“Com esse cenário, a gestão estratégica de custos assume um enfoque de suma importância para poder destacar a construtora no mercado competitivo. Através dela há a possibilidade de agregar valor ao produto, tornando-o atrativo ao cliente nos aspectos de qualidade e preço. Consequentemente, propicia para a construtora velocidade de vendas, retorno financeiro e o alcance de suas metas estratégicas definidas no planejamento”, afirma Hugo Boris Mendieta Vasquez, professor da UniSociesc – Sociedade Educacional de Santa Catarina.

A gestão estratégica de custos assume um enfoque de suma importância para poder destacar a construtora no mercado competitivo. Através dela há a possibilidade de agregar valor ao produto, tornando-o atrativo ao cliente nos aspectos de qualidade e preço. ” Hugo Boris

De acordo com ele, para um bom gerenciamento estratégico de custos, devemos ter bem claro três pilares fundamentais. “O primeiro é a cadeia de valores, definida pelo conhecimento de todo o fluxo produtivo, desde a matéria-prima até o produto final. O segundo é o posicionamento estratégico, que consiste em ter definida a uma definição gerencial, que indica onde a empresa quer chegar e como. E o terceiro pilar é o conhecimento do direcionamento de custos.”

É importante saber quais são todas as situações que direcionam custos para a empresa, divididos em custos estruturais e de execução.

Podemos entender como custos estruturais aqueles que fazem parte da estrutura econômica da empresa; e os de execução, relativos à produção do produto.

A gestão estratégica de custos garante a competitividade da construtora a curto, médio e longo prazos.

“Assegura e prepara a empresa para os desafios atuais e os que estão por vir, tornando-a competitiva e posicionada no mercado. Mas, o mais importante é o conhecimento que a gestão traz para a empresa na relação custo x produto final, em todas as fases”, diz Vasquez.

Quanto mais eficaz for a gestão, maior será o sucesso da empresa. O produto final da construtora está ligado aos custos, sejam eles matéria-prima ou mão de obra. O conhecimento amplo desses setores traz benefícios para todas as áreas da corporação. ” Hugo Boris

Fornecedores

A gestão estratégica de custos em uma construtora envolve a relação com fornecedores. “Há uma ligação coesa, pois o foco de toda empresa é lucro condicionado à elaboração de um produto e, consequentemente, à manipulação de matéria-prima que é provida pelo fornecedor.

A gestão estratégica de custos abre os horizontes da empresa e gera conhecimento, possibilitando uma abordagem qualitativa e quantitativa com o fornecedor, por meio de uma negociação em que todos saem vencedores: a construtora, adquirindo um produto com qualidade e com preço justo para ambos os lados; o fornecedor, pelo vínculo que é criado com a construtora; e o cliente final, que adquire um produto de qualidade tanto no material como na forma como ele foi manipulado”, explica o professor.

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Desafios da gestão estratégica de custos

“Entre os principais desafios nesse tipo de gestão podemos destacar a carência de planejamento das empresas que, muitas vezes, estão voltadas apenas para o fim e não para os meios”, expõe Hugo Boris.

Ele também elenca a carência de conhecimento da cadeia produtiva, que é a falta de ciência do processo construtivo do projeto. “Esse fato faz com que as empresas sejam pegas de surpresa, sem tempo para reagir”.

A falta e distorção de informações durante o ciclo produtivo e a ausência de um gerente de projeto no processo também acarretam o desconhecimento da linha de produção e, consequentemente, o retrabalho na obra e os gastos não previstos.

Por fim, o professor cita a não aplicação da engenharia simultânea, ou seja, a não compatibilização de projetos, carência de tecnologia de informação e de banco de dados.

“São diversos fatores que poderiam agregar para uma tomada de decisão mais rápida e consciente”, conclui.

Ela assegura e prepara a empresa para os desafios atuais e os que estão por vir, tornando-a competitiva e posicionada no mercado. ” Hugo Boris

É possível dizer, de acordo com o professor, que o sucesso da construtora é diretamente proporcional à aplicação da gestão estratégica de custos.

“Quanto mais eficaz for a gestão, maior será o sucesso da empresa. O produto final da construtora está ligado aos custos, sejam eles matéria-prima ou mão de obra. O conhecimento amplo desses setores traz benefícios para todas as áreas da corporação, começando pelos recursos humanos e finalizando com a equipe de atendimento ao cliente, já no pós-ocupação”.

Baixe aqui um mapa comparativo de propostas para facilitar seu processo de cotação.

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Redação AECweb / Construmarket


Colaborou para esta matéria

Hugo Boris Mendieta Vasquez – Especialista em Gestão de Projetos e Obras de Edificações, pela UNERJ – Centro Universitário de Jaraguá do Sul. Engenheiro Civil, graduado na UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina.

Diretor técnico da VSK Construtora e Incorporadora Ltda. Professor universitário da UNISOCIESC – Sociedade Educacional de Santa Catarina, na área de Planejamento e Controle de Obras.

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